domingo, 10 de junho de 2007

"Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos.
Já gritei e pulei de tanta felicidade, quebrei a cara muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)!
Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida...
Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante."
Não me dêem fórmulas certas, porque eu naum espero acertar sempre.
Não me mostrem o q esperam de mim, porque sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade. Naum sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu msm, mas com certeza naum serei a mesma para sempre".
A vida eh mais simples do q a gente pensa...
Basta aceitar o impossível...
Dispensar o indispensável... E suportar o intoleravel...
A vida eh para ser vivida, sem pensar no amanhã, pq o amanhã ainda vai chegar, temos q viver cada momento como se fosse o primeiro.
Não devemos nos privar de ser feliz por medo do que os outros possam pensar.
Prefiro fazer alguém chorar, do q alguém me fazer chorar, eu em primeiro lugar o resto vejo o que fasso depois.
Falo o que penso mesmo....

terça-feira, 5 de junho de 2007

Eu quero acreditar que vou olhar cada dia como se fosse a primeira vez.
Ver as pessoas que me cercam com surpresa e espanto, alegre por descobrir que estão ao meu lado dividindo algo chamado amor, muito falado, pouco entendido.
Entrarei no primeiro ônibus que passar, sem perguntar em que direção está indo, e saltarei assim que olhar algo que me chame atenção.
Passarei por um mendigo que me pedirá uma esmola.
Talvez eu dê, talvez eu ache que irá gastar em bebida, e siga adiante – escutando seus insultos, e entendendo que esta é sua forma de comunicar-se comigo.
Passarei por alguém que está tentando destruir uma cabine telefônica.
Talvez eu tente impedi-lo, talvez eu entenda que faz isso porque não tem ninguém com quem conversar do outro lado da linha, e desta maneira procura espantar sua solidão.
Eu olharei tudo e todos como se fosse a primeira vez – principalmente as pequenas coisas, com as quais já estou habituado, e esqueci-me da magia que me cerca.
As teclas do meu computador, por exemplo, que se movem com uma energia que eu não compreendo.
O papel que aparece na tela, e que há muito tempo não se manifesta de maneira física, embora eu acredite que esteja escrevendo em uma folha branca, onde é fácil corrigir apertando apenas uma tecla.
Ao lado da tela do computador acumulam-se alguns papéis que não tenho paciência de colocar em ordem, mas se eu achar que escondem novidades, todas estas cartas, lembretes, recortes, recibos, ganharão vida própria, e terão histórias curiosas – do passado e do futuro – para me contar.
Tantas coisas no mundo, tantos caminhos percorridos, tantas entradas e saídas na minha vida. Vou colocar uma camisa que costumo usar sempre, e pela primeira vez vou prestar atenção à sua etiqueta, a maneira como foi costurada, e vou procurar imaginar as mãos que a desenharam, e as máquinas que transformaram este desenho em algo material, visível.
E mesmo as coisas com as quais estou habituado – como o arco e as flechas, a xícara de café da manhã, as botas que se transformaram em uma extensão de meus pés depois de muito uso – serão revestidas do mistério da descoberta.
Que tudo que minha mão tocar, meus olhos virem, minha boca provar, seja diferente agora, embora tenha sido igual por muitos anos.
Assim, elas deixarão de ser natureza morta, e passarão a me transmitir o segredo de estarem comigo por tanto tempo, e manifestarão o milagre do reencontro com emoções que já tinham sido desgastadas pela rotina.
Quero olhar pela primeira vez o sol, se amanhã fizer sol; o tempo nublado, se amanhã estiver nublado. Acima de minha cabeça existe um céu que a humanidade inteira, em milhares de anos de observação, já deu uma série de explicações razoáveis.
Pois eu esquecerei todas as coisas que aprendi a respeito das estrelas, e elas se transformarão de novo em anjos, ou em crianças, ou em qualquer coisa que eu sentir vontade de acreditar no momento.
O tempo e a vida foram transformando tudo em algo perfeitamente compreensível – e eu preciso do mistério, do trovão que é a voz de um deus enraivecido, e não uma simples descarga elétrica que provoca vibrações na atmosfera.
Eu quero encher de novo minha vida de fantasia, porque um deus enraivecido é muito mais curioso, aterrador, e interessante, que um fenômeno físico.
E, finalmente, que eu olhe a mim mesmo como se fosse a primeira vez que estivesse em contato com meu corpo e minha alma.
Que eu olhe esta pessoa que caminha, que sente, que fala como qualquer outra, que eu fique admirado com seus gestos mais simples, como conversar com o carteiro, abrir a correspondência, contemplar seu marido dormindo ao lado, perguntando a si mesmo com o que ele estará sonhando.
E assim, permanecerei o que sou e o que gosto de ser, uma constante surpresa para mim mesmo. Este eu que não foi criado nem por meu pai, nem por minha mãe, nem pela minha escola, mas por tudo aquilo que vivi até hoje, que esqueci de repente, e estou descobrindo de novo.
Não existem erros.
Os acontecimentos que atraímos para nós, por mais desagradáveis que sejam, são necessários para ensinar o que necessitamos aprender.
Quando iniciamos a vida, cada um de nós recebe um bloco de mármore e as ferramentas necessárias para converter este bloco em escultura.
Podemos arrastá-lo intacto a vida toda, podemos reduzí-lo a cascalho, ou podemos dar-lhe uma forma gloriosa.
Eis aqui um teste para verificar se sua missão na Terra está cumprida.
Responda rápido: você está vivo?
Se a resposta é ‘Sim’, então ainda falta muita coisa a fazer.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

É por amor!

É por amor!

Sim, é por amor à vida que cantamos e tantas vezes choramos também.
É por amor à vida que estamos lutando e vamos andando lentamente para buscar a luze e a liberdade das manhãs de sol!

É por amor!

Sim, é por amor à vida, evidentemente,que encaramos de frente essa imensa dor que nos impõe nesse reinado amargo do ódio presente!
É por amor à vida que estamos nas ruas, nas praças, nas estradas e gritamos palavras de ordem,de uma nova ordem!

Sim, é por amor!

É por amor à vida que marchamos nas madrugadas de lua nova levando nos braços a fúria das tempestades prontos a resgatar a terra que nos tomaram.
Vamos replantar as flores e as sementes que há séculos estão em cio!

É por amor!

Sim, é por amor à vida que profundamente doloridos recolhemos em nossos braçosos que foram brutalmente feridos e quando já não podemos devolver-lhes a respiração nós comungamos de seu sangue e os fazemos ressuscitarem milhares de vidas e sorrisos!

É por amor!

Sim, é por amor à vida que escrevemos nas pedras os poemas da esperança rebelde, que pichamos nos muros e nas portas as frases corajosas de um futuro novo,que dançamos nas festas de sábado,no batuque do carnaval de um povo livre!
É por amor que nos abraçamos que nos beijamos na esquina e já não tememos andar de braços dados seguindo a bandeira da paz e da ternura conseqüente!

É por amor!

Sim, é por amor à vida que desesperadamente amamos!

quarta-feira, 23 de maio de 2007

O caminho da vitória

Um homem inteligente nota que certos momentos se repetem.
Freqüentemente ele se vê diante dos mesmos problemas, e enfrenta situações que já havia enfrentado anteriormente.Então fica deprimido. Começa a achar que é incapaz de progredir na vida, já que as mesmas coisas que viveu no passado estão acontecendo de novo.
“Já passei por isso”, ele reclama com seu coração.
“Realmente, você já passou”, responde o coração. “Mas nunca ultrapassou”.
O homem, então, passa a ter consciência que as experiências repetidas tem uma finalidade; ensinar-lhe o que ainda não aprendeu.
Ele passa a dar uma solução diferente para cada luta repetida – até que encontra a vitória.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Sabendo a hora de mudar

Quando vem a ordem de mudança, o guerreiro vê todos os amigos que criou durante o tempo que seguiu o caminho. A alguns ensinou como escutar os sinos de um templo submerso, a outros contou histórias em torno da fogueira.Seu coração fica triste; mas ele sabe que sua espada está consagrada, e deve obedecer as ordens Daquele a quem ofereceu sua luta. Então o guerreiro da luz agradece os companheiros de jornada, respira fundo, e segue sozinho, carregado com ele lembranças de uma jornada inesquecível.
Sempre foi mto dificil para ela se desfazer das coisas...
Sempre teve loucura pelos seus amigos,familiares,amores
As lembranças sempre fora uma forma de reviver tudo todos os dias...nossa!!Era com tanta intencidade q até parecia real...os papeis de bombom,as fotos,as imagens de um tempo q não volta...mas estava sempre ali,como se ainda estivesse esperando para ser vivido...
Ela tinha saudades até do que não viveu,ou do q poderia ter sido.

Talvez fosse mais facil para ela viver do q passou,ou ainda viver sonhando com o q poderia ter sido.
Era só uma menina ainda,estava se descobrindo quando se apaixonou,quado sofreu e aprendeu na marra q nem tudo são flores.

E aprendeu...

Aprendeu mto....o tempo foi passando,e ela foi vendo q as vezes eh preciso deixar pra trás o q passou,guardar com carinho os bons momentos e seguir em frente!

É isso ai,seguir em frente...foi o que ela decidiu fazer .
Estava agora de mudança e precisava arrumar as malas...

Olhou pra trás com saudades e colocou na mala todas as boas lembranças,os bons amigos,e resolveu ir atrás do q valia a pena mesmo na vida:"SER FELÍZ"

É um longo caminho,e não vai ser facil,ela sabi disso.

Esvaziou a mala....

É hora de procurar nova bagagem!!!

segunda-feira, 21 de maio de 2007

dedicatória aos amigos

"Um dia a maioria de nós irá separar-se.Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhamos. Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza disso.Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida. Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que trocaremos.Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices... Aí, os dias vão passar, meses...anos... até este contacto se tornar cada vez mais raro.Vamo-nos perder no tempo... "Quem são aquelas pessoas?"Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão: Diremos...que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto! -"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...Quando o nosso grupo estiver incompleto... reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.E, entre lágrimas abraçar-nos-emos.Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante.Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida, isolada do passado. E perder-nos-emos no tempo...Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"

Fernando Pessoa

segunda-feira, 26 de março de 2007


"...Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama ou acha que ama, e que não quer nada com você, definitivamente, não é a pessoa da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você..!".

♥•ღ .♥•ღ.♥ღ.♥•ღ.♥•ღ.♥•ღ .♥•ღ.♥ღ.♥•ღ.♥•ღ.♥•ღ .♥•ღ .♥•ღ.♥ღ.♥•ღ.♥•ღ.♥

segunda-feira, 19 de março de 2007

Hoje pensei muito em mim.
Tem tantas coisas que antes mi pareciam tão importantes e hoje
simplesmente vivo muito bem sem elas.
Me surpreendi com isso.

Sempre achei que não poderia viver sem todo aquele universo que estava acustumada...
mas de repente as coisas mudaram e eu nem vi!!!!

Estou feliz!!!!E isso definitivamente é muito bom.

Quando percebi isso resolvi fazer coisas diferentes...conhecer pessoas diferente...ser diferente!!!!

Pra começar descidi que devia dar mais valor as minhas ídeias,tentar melhora-las...
E encontrei um grande problema:Uma dificuldade imensa de expressar o que eu pensava.

Ai resolvi praticar.

Por isso o blog!!!

A partir de agora vou postar aqui meus pensamentos,ideias e tudo que eu achar interessante.

domingo, 18 de março de 2007

Para começar...

Já fiz cosquinha na minha amiga só pra ela parar de chorar,
já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto,
já conversei com o espelho,
e até já brinquei de ser bruxa.
Já quis ser professora,
atriz, mágica, cientista e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já me roubaram beijos.
Já confundi sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz doce,
Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas,
mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas,
já subi em árvore pra roubar fruta,
já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas,
já escrevi no muro da escola,
já chorei sentado no chão do banheiro,
já fugi de casa pra sempre,
e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando,
já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado,
já me joguei na piscina sem vontade de voltar,
já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
já senti medo do escuro,
já tremi de nervoso,
já quase morri de amor,
mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua,
já gritei de felicidade,
já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre,
mas sempre era um "para sempre" pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol,
já chorei por ver pessoas queridas partindo,
mas descobri que logo chegam novos,
e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas,
Momentos alegres,
outros nem tanto...
mas todos guardados no memória,
momentos fotografados pelas lentes da emoção,
guardados num baú,
chamado coração.

Acho-me relativamente feliz
Porque nada de exterior me acontece...
Mas,Em mim, na minha alma,
Pressinto que vou
ter um terremoto!