
"...não tenho remédio pra curar-me desse tedio..."
Ao acordar já percebi que o dia seria duro.
A cama estava mais macia e gostosa do que nunca
e ainda o sol não havia aparecido.
As horas foram passando e uma sensação de vazio
e ânsia por não sei o que foram tomando conta de mim.
Talvez uma noite bem dormida de sono profundo no aconchego do meu edredon florido resolva meu problema.
Talvez precisasse de algo mais imediato, como por exemplo,
respirar um pouco de ar além das paredes do meu quarto.
Não sei.
Só sei que conto as horas que são minutos.
E o tempo parece estar parado nesses 35º Marianenses.
Uma mistura de tédio e sono em meio à espera de algo
que nem eu sei o que é.
E assim, o dia se foi.
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